Vinhedo testemunha mais uma etapa


Bom público, qualidade aprimorada, repertório revisto e mais uma apresentação realizada. Depois de quase dois meses de preparação, o Teatro Municipal de Vinhedo foi o palco para uma prova de fogo para a Orquestra Filarmônica de Jundiaí. Com todas as dificuldades para ensaios, patrocínios  e tantos percalços pelo caminho, a apresentação foi um sucesso. A segunda com ingressos pagos, mostrou que a orquestra é capaz de ir em frente. Acostumada a se apresentar de graça, conseguiu levar um ótimo público pagante ao teatro.

A apresentação teve a presença de diversas personalidade e o melhor, muitos ilustres desconhecidos. E o que isso tem de bom? A prova de que há muita gente que tem a curiosidade de ver o que temos a apresentar.

Como destaque, a apresentação do Quarteto de Trombones que apresentou com uma versão adaptada de Garota de Ipanema, de Tom Jobim e o grupo de câmara da Orquestra Filarmônica d e Jundiaí.

A Qualidade técnica também foi outro destaque. O aprimoramento na execução das peças, a afinação e os cuidados com detalhes, tornaram a apresentação um espetáculo de primeira, a despeito de todas as dificuldades que enfrenta o grupo. São todos, um exemplo de dedicação e carinho ao que fazem, já que lutam sozinhos pelo que acreditam ser o melhor caminho.

A próxima aparição da orquestra será em Jundiaí, no Teatro Politheama, no dia 20 de novembro de 2010.

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Concerto em expansão: Novos tempos de música para todos.

Sábado, 16 de outubro de 2010 - 20 horas

Teatro Municipal de Vinhedo

Rua Monteiro de Barros, 101 – Centro – Vinhedo

O caminho da Filarmônica este ano está se mobilizando e ampliando espaço.

No mês de maio o concerto inaugural; julho o segundo concerto com música instrumental e vocal, com presença de convidados.  Agora nosso terceiro concerto será no importante e aconchegante Teatro Municipal de Vinhedo “Sylvia de Alencar Matheus”.

Apresentar em locais diferentes, mas dentro da nossa proposta é o começo no cumprimento de nossas metas e avanços para os compromissos com futuras parcerias na região.

Os músicos já estão entendendo o modus operandi  e o processo implementado.  Nossa expectativa é somar com os governos da região, a garantia de apoio desta produção cultural.

Ou  então ficaremos somente apreciando e apoiando grupos de outros locais e continuaremos sendo ignorados  em nossa produção local.

Para que isso não aconteça estamos trabalhando!  www.ofjundiai.art.br

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Música e Política!

Música e Política.

A história sempre mostrou que a música e a política continuam com os mesmos embates.

No século XIX, os teatros e salas de concerto eram freqüentados e com críticas acentuadas. Conhecia-se o produto, suas referências, seus compositores. Porém, classes menos favorecidas não tinham o mesmo acesso.

O apelo social através da música tem diminuído a verdadeira essência do fazer e da qualidade musical. Todos podem aprender música, tocar um instrumento ou cantar. Mas nem todos chegam a ser músico de fato.

A quantidade de tocadores e cantadores que se apresentam como músico é grande, a ponto de se ouvir um número de grupos se formarem e, em 10 anos, destruírem tudo o que tentaram criar, pois não havendo lucro, cessam os empresariados, editores, gravadoras que não se interessam pela arte falida.

A música tem caminhos a serem trilhados e o deve ser consciente. Menosprezar os artistas, pelo tempo de estudo e aplicação nas interpretações, achando ser de difícil compreensão, mostra o quanto a nosso sistema de Educação está distante da Cultura. A Cultura que vem antes do “aletramento”, seja da criança ou do adulto que não teve condições sociais de aprendizado em tempo.

O acesso a tecnologia é o caminho sem volta. A música segue os meios de comunicação para tentar, a todo custo, competir com o que existe de “espontaneidade popular”, o que é mais lucrativo.

Nossos equipamentos públicos seguem os mesmos princípios de ordem. Globais tem preferência na mostra de sua arte, porém, os regionais se quiserem usar os espaços, sobram os dias mais complicados da semana e ainda sem conclusão técnica convincente para atender aos grupos que dão empregos aos artistas de fato.

Quem sabe algum de nossos políticos, ao já adentrar nossos prédios públicos, coloquem na agenda o compromisso de acompanhar ou contratar “Técnicos e Gestores em Cultura” em suas assessorias, para assim direcionarem algumas leis de amplitude em nossos municípios e mudar o cenário de investimento na cultura local e nos fazedores da arte popular, bem como, a Cultura Geral de Música, Teatro, Dança e Audiovisual.

Enquanto não acontece aproveitamos os que está ao alcance.

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Aumentando o espaço e as participações

No último dia 3 de julho a Filarmônica de Jundiaí se apresentou no Teatro Polytheama, em Jundiaí. Com mais espaço, a apresentação mostrou também que tem público. A casa estava com quase toda a sua lotação. Como parte de seu projeto de ampliação e divulgação de seus trabalhos e tendências musicais, assistimos Dandara cantando Beatriz, de Chico Buarque e Edu Lobo e Pirataria, de autoria dela e de com Ieda Varejão e arranjos de Kleberson Calanca, também pianista. Teve também o solos e Emerson Bentevi, cantando e solando ao violino na música Nothing Else Matters.
Com essa tendência musical, a Filarmônica Jundiaí, vai mostrando sua direção da diversificação, sem perder suas origens clássicas e barrocas.
Agora, vamos esperar pela próxima apresentação no Teatro Municipal, em Vinhedo.

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Uma mescla vocal e instrumental no Polytheama, 3 de julho de 2010

O Concerto no Teatro Polytheama em Jundiaí seguirá a proposta de ampliação musical da Orquestra Filarmônica de Jundiaí.

Começaremos com Elgar, seguido de Beethoven e variação do Carnaval de Veneza com o eufonista Thiago Caires.  A especificidade técnica e a peculiaridade artística não podem faltar aos exímios executantes músicos. Por isso é importante esta seção de desafios.

Atento a música popular, tão forte na condução harmônica, teremos a vibrante voz de Dandara Modesto com Beatriz e Pirataria e do eclético Emerson Bentevi estreitando o rock ao instrumental sinfônico com Nothing Else Matters.

Para saber como fica tudo isso, só mesmo aparecendo por lá!

 Seu apoio é cultura.                   ofji_concerto_072010

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Nossas cidades têm orquestra?

Um conglomerado das cidades  Itupeva, Cajamar, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Jarinu, Louveira, Vinhedo, Jundiaí que estão fora das demarcações das cobranças exorbitantes de nossos pedágios são cidades-região que estão dentro dos objetivos da Orquestra Filarmônica de Jundiaí.

Quais destas cidades têm uma Orquestra Sinfônica onde os músicos e artistas sejam reconhecidos?  Abre-se espaço para artistas de outras Cidades e Estados e até internacionais, no entanto, para valorização dos nossos bravos artistas são poucos os corajosos que querem investir.

As estradas e ruas esburacam facilmente, com ou sem chuva, mas a Arte, a mais simples que fale de um povo e da sua cultura, atravessa gerações e tem significado que poderá dizer o quanto a sua comunidade foi valorizada pelos gestores públicos através dos nossos impostos.

Tudo é muito nebuloso quando o investimento é cultura, favoritismo é o que se vê com muitas comissões que não tem poder de decisão, mas que são formadas para nada resolverem mesmo!

Se uma parte real e definida dos valores fosse destinada a levar uma cultura musical para nossa gente, não precisaria investimento único e exclusivo em eventos que nada contribuem para formação cultural e integração sócio-cultural de todos.  Pensa-se somente em entreter.

Recentemente o maestro John Neschling comentou sobre a intenção de alguns urbanistas do Rio de Janeiro que querem diminuir  as orquestras reduzindo em uma única. Este é o problema de Plano Diretor que valoriza o corpo e esquece a mente.  Onde está a Emoção?

O grande exemplo de valorização é quando as pessoas que viajam a Londres, Nova Iorque, Finlândia, Alemanha, entre outros,  ao voltarem falam muito bem e ficam impressionadas com a cultura musical e a participação de toda sociedade no processo.

Onde há uma cultura que cresce e não é monopolizada pelos que somente traçam uma linha e dizem que dali sairá mais uma pavimentação – não para música e para as artes – mas para o ego de uma história com pouco conteúdo.  O máximo deste é se tornar o nome da avenida.

A nossa cultura, embora muito rica, está sempre empobrecida!

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Fazer musical com uma orquestra!

A maneira mais simples de juntar um grupo é utilizar o formato “Beatles Quartet”.

A geração dos que orquestraram, formada nas primeiras décadas do século XX, já está passando a batuta, instrumento e musicalidade para um mundo cheios de novos sons.

Milhares são as gravações feitas durante todo aquele século. Pararam por aí, Fortaleceu-se a figura do maestro de inúmeras gravações, verdadeiro “show man”.

Hoje buscamos fazer música ao vivo que de fato une pessoas e agrega conhecimento pela troca de informação. Mesmo quando nossos impostos não são suficientes para assim serem empregados.

A orquestra tem esse poder de oferecer uma limpeza auditiva, dos ruídos que nos fazem medrosos, por não distinguir, se “foi um tiro” ou “estouro dos escapamentos dos motores”.

Melhor é entrar na Sala de Concerto e, depois de 60 minutos, sentir a diferença que a música proporcionou.

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Clipe do Concerto Inaugural

[flv:http://www.cameratajundiai.com.br/filmes/ofjundiai002.flv 480 263]

Trechos das 5 obras executadas no dia 15 de maio de 2010

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Um começo promissor

Dia 15 foi um sucesso. De todos os concertos já realizados pelo grupo, quando eram Camerata Jundiaí, esse foi o mais lotado. Mais interessante ainda, pois era um evento pago. Barato, mas pago. Isso nos deixa confiantes de que temos um projeto dando muito certo.

Tanto a sonoridade quanto a estrutura do evento, mostraram um grande amadurecimento. A Orquestra Filarmônica de Jundiaí nasce com uma marca já visível: a qualidade e o profissionalismo.

O próximo evento, em 03 de julho, no teatro Politheama de Jundiaí, promete ser uma grande oportunidade para o grupo e para suas pretensões e se incluir e crescer na região.

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Primeiro concerto da Orquestra Filarmônica de Jundiaí

A partir de 15 de maio de 2010, Jundiaí e região podem contar com mais um ponto de encontro de cultura e excelência musical. Será o primeiro concerto da Orquestra Filarmônica de Jundiaí.

O grupo formado desde 2007, cresceu em tamanho e conteúdo, transformando-se, naturalmente em um projeto mais completo e com muito mais potencial para avançar em todas as direções da cultura musical, além de promover diversos outros tipos de atividades culturais.

Programa
Abertura Coriolan – Ludwig Van Beethoven
Humoresque, opus 101, nº 7 – Anton Dvorak
Serenade, opus 44 – 1º mov – Moderato – Anton Dvorak
Sinfonia nº 5 – 1º mov – Allegro – Ludwig Van Beethoven
Abertura Ballet Rosamunde – Andante, Allegro Vivace e Vivace – Franz Schubert

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