Orquestra Sinfônica Municipal de Jundiaí.

Como músico investidor na formação e produção artística e cultural em Jundiaí e região tenho sido perguntado sobre a formação, o projeto, a lei ou decreto que institui a Orquestra Municipal de Jundiaí.

Digo que, infelizmente não sei. Mesmo sendo integrante da Comissão de Música do Conselho Municipal de Cultura de Jundiaí, desconheço completamente sobre as questões, por ignorarem os conselheiros e integrantes das comissões.

Há um nível de responsabilidade política quando se atrela demasiadamente as atividades das artes a política, como um simples plano de governo. É fácil perceber que não é plano de um governo, mas das gerações de artistas que pediam desde a década de 1990 ou, talvez, até anteriores ao meu tempo.

Um dos nossos mais atuantes vereadores, Erazê Martinho, em 1991 e 1993 teve seu projeto de Formação da Orquestra Municipal, totalmente vetado na Câmara Municipal quando nos governo do prefeitos Walmor Barbosa Martins (1989-1993) e André Benassi (1993-1996) e, como presidente da Câmara Municipal,  Ariovaldo Alves (1991-1992) e Jorge Nassif Haddad (1993-1994).

Qual será a lógica de toda essa situação?

Quero dizer somente uma preocupação! - Que não aconteça o descaminho das atividades coesas, não dando a devida liberdade de ação a Maestrina Claudia Feres que assumirá a função de regente e diretora artística, interferindo na essência profissional, como sabemos do histórico e que acontece em outros locais.

Pelo que vemos, aparecerá uma “monte de donos” da Orquestra que não tem a mínima percepção em diferenciar o atendimento ao pedido dos artistas locais, para dizer que é um plano de governo a criação e fundação da OMJ.

Enquanto isso, a Orquestra Filamônica de Jundiaí e Camerata Jundiaí continua, com muito esforço, o projeto de desenvolvimento e ampliação dos fazeres culturais desde 2007, sendo reduzido ainda mais o tempo para uso da sala emprestada para ensaio.

Questão de ordens, excelência!!!

Certamente, o mundo não será somente nosso, mas somos parte da história dos artistas que contribuem com o acesso a cultura musical local, mesmo sendo considerado inapto o Projeto de apoio a Camerata Jundiaí em 2008 que teve como parecer:  “que a verba destinada a esse tipo de projeto, era para vinda da ULM (atual EMESP)” e  que nunca aconteceu.

Fica meu registro de qualidade de vida e responsabilidade sócio-cultural-educativa e desejo sucesso a todos que integrarem a OMJ na temporada de 2011.  JLv

2 Comentários "Orquestra Sinfônica Municipal de Jundiaí."

  • Mario F Bueno diz:
  • Gesse Araujo diz:
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